LIVRO EM PRÉ-VENDA. ENVIOS DIA 29 DE ABRIL.
Aprender a Rezar na Era da Técnica conta a história de um cirurgião, Lenz Buchmann, que abandona a medicina para se dedicar à política. Tem a ilusão de poder salvar muitas pessoas ao mesmo tempo, em vez de salvar uma pessoa, de cada vez, no seu acto médico. A sua subida impiedosa no Partido do poder só é interrompida por um acontecimento surpreendente e definitivo. A mão forte que segurava no bisturi e nos comandos da cidade começa, afinal, a tremer.
Prix du Meilleur Livre Étranger 2010 (França)
Grand Prix Littéraire du Web Cultura 2010 (França)
Nomeado para o International IMPAC Dublin Literary Award 2013 (Irlanda)
Finalista do Prix Femina 2010 (França)
Finalista do Prix Médicis 2010 (França)
Finalista do Europese Literatuurprijs 2013 (Países Baixos)
Finalista Prémio Portugal Telecom 2009 (Brasil)
SOBRE O AUTOR:
Gonçalo M. Tavares é autor de uma vasta obra, traduzida em cerca de sessenta países. A sua linguagem em ruptura com as tradições líricas portuguesas e a subversão dos géneros literários fazem dele um dos mais inovadores escritores europeus da actualidade.
Recebeu importantes prémios. Em Portugal, destacam-se o Grande Prémio de Romance e Novela da APE, o Prémio Literário José Saramago, Prémio Fernando Namora, entre outros. Em França, o livro Aprender a Rezar na Era da Técnica foi premiado com o Prix du Meilleur Livre Étranger em 2010, prémio atribuído antes a autores como Elias Canetti, Robert Musil, Orhan Pamuk, Philip Roth, Gabriel García Márquez, entre outros. Recebeu ainda o Premio Internazionale Trieste Poesia em 2008, o Prémio Belgrado Poesia em 2009, o Grand Prix Littéraire du Web Cultura em 2010 e duas vezes o Prémio Oceanos no Brasil, tendo sido finalista por diversas vezes do Prix Médicis e do Prix Femina.
Saramago vaticinou-lhe o Prémio Nobel. Vasco Graça Moura escreveu que Uma Viagem à Índia dará ainda que falar dentro de cem anos. Alberto Manguel considerou-o um dos grandes autores universais. Em entrevista recente, Vila-Matas comparou-o a Kafka. O mesmo já fizera a The New Yorker, afirmando que, tal como em Kafka e Beckett, Gonçalo M. Tavares mostrava que a «lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão».
«Gonçalo M. Tavares encerra a tetralogia O Reino com um romance (Aprender a Rezar na Era da Técnica) de ideias sobre a natureza, a natureza humana e a natureza da política. […] Tavares é capaz de transformar um episódio comezinho, como as pessoas à espera de comboio, numa reflexão sobre a relação entre o espaço e o tempo. E tem frases fortíssimas, como na cena elidida (Lenz a visitar o túmulo do pai): “aquele que vai morrer despede-se daquele que já está morto”. É, aliás, isso que se joga em todo este romance: a substituição do divino por “técnicas” igualmente omnipotentes. E igualmente frágeis.» [Pedro Mexia]
«Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom — como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett — de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» [The New Yorker]





















