Nesta obra, Slavoj Žižek conduz os seus leitores por uma viagem intelectual e artística — desde a Guernica de Picasso, aos filmes de Alfred Hitchcock e M. Night Shyamalan, aos romances de Michel Houellebecq e a uma análise kantiana do furacão Katrina —, para mostrar como as sociedades compreendem, obscurecem ou negam as fontes de violência. Argumenta que a violência talvez possa ser definida com mais rigor pelos espectadores do que pelos criminosos ou as vítimas. Žižek enumera as variedades da violência, mostrando até que ponto ela se tornou inerente à linguagem, economia e religião.
«O mais brilhante expoente da Psicanálise e mesmo da Teoria Cultural a emergir na Europa nas últimas décadas.» [Terry Eagleton, London Review of Books]
SOBRE O AUTOR:
Slavoj Žižek, nascido a 21 de março de 1949, é um filósofo esloveno, teórico cultural e intelectual.
Foi diretor internacional do Birkbeck Institute for the Humanities, na Universidade de Londres; é professor de alemão na Universidade de Nova Iorque, professor de filosofia e psicanálise na European Graduate School e investigador sénior no Instituto de Sociologia e Filosofia da Universidade de Liubliana.
O seu trabalho incide sobretudo sobre filosofia — particularmente hegelianismo, psicanálise e marxismo — e teoria política, bem como sobre crítica cinematográfica e teologia.
Escreveu mais de 50 livros em várias línguas e fala esloveno, servo-croata, inglês, alemão e francês. O estilo idiossincrático das suas aparições públicas, os frequentes artigos de opinião em revistas e os seus trabalhos académicos — caracterizados pelo uso de humor negro e exemplos de cultura popular, bem como por provocações politicamente incorretas — trouxeram-lhe fama, controvérsia e críticas, dentro e fora da academia.





















