LIVRO EM PRÉ-VENDA. ENVIOS DIA 1 DE NOVEMBRO.
O título deste livro, Grande Angular, é o da minha crónica do Público e tem uma ambição: a de, tal como a lente fotográfica do mesmo nome, ver e perceber os factos dentro do seu contexto e com alguma história. Pode perder-se em pormenor, mas ganha-se em compreensão. Foi o que tentei, entre 2019 e 2026.
Acompanhar durante os últimos sete anos a vida nacional e internacional, sobretudo a primeira, assim como o dia-a-dia da nossa política, foi para mim muito interessante, mas nunca deixou de ser uma fonte de sentimentos contraditórios. Entre o apoio e o receio, entre a adesão e a condenação. Nada é simples na vida.
Verdade é que foram sete anos excepcionais, ricos e aterradores. Com doença, guerra, despotismo, violência e opressão. Provavelmente, para o mundo inteiro e também para Portugal, foram sete dos mais duros anos da época contemporânea.
SOBRE O AUTOR:
António Barreto nasceu no Porto em 1942. Sociólogo, professor universitário e político, foi deputado e membro do governo, assim como colunista de vários jornais, sobretudo do Público. É sócio efectivo da Academia das Ciências de Lisboa e venceu o Prémio Montaigne em 2004. É autor da série de televisão Portugal, Um Retrato Social e dos documentários As Horas do Douro e Rumo à Liberdade. Foi presidente da Fundação Francisco Manuel dos Santos (2009–2014) e é sócio-fundador da APPh (Associação Portuguesa de Photographia). É autor de vários livros de ensaios, entre os quais Três Retratos: Salazar, Cunhal e Soares e Abril, e dos álbuns Douro — Rio, Gente e Vinho, António Barreto: Fotografias e Gente da Batalha.






















