LIVRO EM PRÉ-VENDA. ENVIOS DIA 7 DE MAIO.
Posfácio de Eduardo Lourenço
«Uma Viagem à Índia escolhida como uma das 50 obras mais importantes de sempre da literatura portuguesa.» [por diferentes críticos, para o Diário de Notícias]
Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores 2011
Prémio Fundação Inês de Castro 2011
Prémio Literário Fernando Namora 2011
Prémio Especial de Imprensa Melhor Livro Ler/Booktailors 2010
Prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores 2010
Prémio Portugal Telecom de Literatura 2011 (Brasil)
Finalista Prix Médicis Étranger 2012 (França)
«É um livro cheio de fantasmas, fantasmas d’Os Lusíadas, fantasmas do homem contemporâneo, uma viagem, uma anti-epopeia, e é um livro extraordinário. Estou convencido de que dentro de cem anos ainda haverá teses de doutoramento sobre passagens e fragmentos.» [Vasco Graça Moura]
SOBRE O AUTOR:
Gonçalo M. Tavares publicou, desde 2001, livros em diferentes géneros literários, que estão publicados em cerca de 60 países, um pouco por todo o mundo.
Os seus livros receberam vários prémios em Portugal e no estrangeiro e deram origem a inúmeras obras artísticas.
Em 2020, entre Março e Junho, Gonçalo M. Tavares escreveu, no jornal Expresso, o Diário da Peste, que marcou literariamente um dos momentos essenciais da história contemporânea e que foi publicado em vários países nesse mesmo período, incluindo na Granta de língua inglesa e espanhola.
«A notoriedade de Tavares em breve será global.» [The Times Literary Supplement]
«Como um enredo de Kafka que tivesse sido reescrito por Bernardo Soares.» [José Eduardo Agualusa]
«Um grande livro de um grande escritor.» [Mário de Carvalho]
«Uma Viagem à Índia é o momento mais ambicioso de uma obra pessimista que não abdica da memória e da exigência.» [Pedro Mexia]
«Situamos Bloom na distinta família de que fazem parte o último homem de Nietzsche, o Monsieur Teste de Valéry, o Plume de Michaux, o Bernardo Soares, o Bartleby de Melville […]. Mais do que um personagem, é um princípio irradiante, nome da bloomificação do mundo. É a excelentíssima figura de um péssimo histórico, cultural e antropológico.» [António Guerreiro]
«Gonçalo M. Tavares é o prodígio da literatura portuguesa nascido em 1970, e Uma Viagem à Índia a grande epopeia dos nossos tempos que se impõe como uma das obras mais marcantes da literatura europeia recente, um romance que relata peripécias rocambolescas com o mesmo ritmo dos primeiros álbuns do Tintin e cujo conteúdo intelectual é tão denso como as Investigações Filosóficas de Ludwig Wittgenstein.» [Le Monde]
«Uma Viagem à Índia é um grande livro. O género de livro que se guarda mal terminada a leitura para nela se mergulhar de novo com um prazer sensual ininterrupto.» [Le Magazine Littéraire]
«Uma odisseia inteligente, divertida.» [Babelia]
«Um verdadeiro triunfo literário que o confirma, se dúvidas houvesse, como o grande escritor português do século xxi.» [José Mário Silva]
«Era preciso uma grande audácia do escritor para se propor, de maneira pública e frontal, realizar uma obra-prima. Mas Tavares não tem apenas audácia. Com a sua mão segura, maneja firmemente o cinzel do artista.» [Le Figaro littéraire]
«Com a sua tessitura e o seu ritmo próprios, este livro não se parece com ninguém senão com o grande Tavares.» [Livres Hebdo]





















