LIVRO EM PRÉ-VENDA. ENVIOS DIA 18 DE FEVEREIRO.
À medida que nos afastamos da pandemia, outras crises ocupam o centro do palco: desigualdade, catástrofe climática, refugiados em desespero e tensões crescentes de uma nova Guerra Fria. O motivo dominante do nosso tempo é um caos implacável. Žižek reconhece as possibilidades de novos começos em momentos assim.
Neste novo livro aborda, com profundidade analítica, as lições dos Rammstein e de Corbyn, Morales e Orwell, Lénine e Cristo. Nele, o autor procura verdades universais a partir de cenários políticos locais na Palestina e no Chile, em França e no Curdistão, e mais além. Observa ainda com frieza a fragmentação da esquerda, as promessas vazias da democracia liberal e os tépidos compromissos oferecidos pelos poderosos. Das cinzas destes fracassos, Žižek afirma a necessidade de solidariedade internacional, transformação económica e — acima de tudo — um urgente «comunismo de guerra».
«Um dos pensadores contemporâneos de esquerda mais inovadores e entusiasmantes.» [Times Literary Supplement]
«O pensador de eleição da jovem vanguarda intelectual europeia.» [Observer]
«O filósofo mais perigoso do Ocidente.» [The New Republic]
«Nunca deixa de deslumbrar.» [The Daily Telegraph]
«Poucos pensadores ilustram melhor as contradições do capitalismo contemporâneo do que Slavoj Žižek.» [New York Review of Books]
SOBRE O AUTOR:
Slavoj Žižek, nascido a 21 de março de 1949, é um filósofo esloveno, teórico cultural e intelectual.
Foi diretor internacional do Birkbeck Institute for the Humanities, na Universidade de Londres; é professor de alemão na Universidade de Nova Iorque, professor de filosofia e psicanálise na European Graduate School e investigador sénior no Instituto de Sociologia e Filosofia da Universidade de Liubliana.
O seu trabalho incide sobretudo sobre filosofia — particularmente hegelianismo, psicanálise e marxismo — e teoria política, bem como sobre crítica cinematográfica e teologia.
Escreveu mais de 50 livros em várias línguas e fala esloveno, servo-croata, inglês, alemão e francês. O estilo idiossincrático das suas aparições públicas, os frequentes artigos de opinião em revistas e os seus trabalhos académicos — caracterizados pelo uso de humor negro e exemplos de cultura popular, bem como por provocações politicamente incorretas — trouxeram-lhe fama, controvérsia e críticas, dentro e fora da academia.



















