LIVRO EM PRÉ-VENDA. ENVIOS DIA 18 DE MARÇO.
Tradução do hebraico de Lúcia Liba Mucznik
“Uma das escritoras mais talentosas do nosso tempo.” [Leïla Slimani
“Zeruya Shalev é uma das minhas escritoras contemporâneas preferidas.” [Lauren Groff]
“Há poucos escritores vivos capazes de captar as oscilações do sentimento humano com maior subtileza e precisão do que Zeruya Shalev.” [Siri Hustvedt]
À cabeceira do pai agonizante, Atara ouve as palavras confusas do homem que a criou com severidade. Ele chama-lhe Raquel, o nome da sua primeira e misteriosa esposa, e dirige-se a ela com uma vibrante declaração de amor.
Perturbada, Atara procura o rasto de Raquel e desperta nessa mulher já idosa um passado doloroso vivido na luta armada clandestina. Raquel nada esqueceu desses anos de resistência contra os ingleses antes da formação do Estado de Israel, nem o nome daquela que agora se lhe apresenta.
O encontro destas duas mulheres altera de modo inesperado a sua existência e vai ligar para sempre os seus destinos.
Mergulhando de modo magistral na alma humana, Zeruya Shalev mostra como a história coletiva de uma sociedade fraturada subverte as relações privadas. De um modo delicado e exato, interroga a parentalidade, o casal, mas também a culpabilidade e os silêncios que condicionam as nossas vidas.
SOBRE A AUTORA:
Zeruya Shalev é, a par de Amos Oz e David Grossman, um dos escritores israelitas mais lidos no mundo. Autora de cinco romances, os seus livros estão traduzidos em 25 línguas.
Nasceu no Kibbutz Kinneret. Tem um mestrado em estudos bíblicos e trabalha como editora literária na editora Keter. A 29 de janeiro de 2004, quando regressava a casa, em Rehavia, Jerusalém, depois de ter levado a filha ao jardim de infância, um bombista suicida palestiniano fez explodir um autocarro urbano quando ela passava nas proximidades. Shalev demorou quatro meses a recuperar dos ferimentos.
A sua carreira conta com inúmeras distinções e prémios, entre os quais se destacam o Prix Femina étranger e o Jan Michalski Prize for Literature. Em 2017, foi condecorada pelo governo francês com a distinção de Chevalier des Arts et des Lettres.










